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27/11/2025- Trump Promete Paralisar 'Definitivamente' Imigração de Nações em Desenvolvimento Após Atentado na Capital Americana

  • Foto do escritor: Angelo Mota
    Angelo Mota
  • 28 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura
Presidente dos EUA, Donald Trump (Samuel Corum / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)
Presidente dos EUA, Donald Trump (Samuel Corum / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP)

Na véspera do feriado de Ação de Graças, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma mensagem explosiva em sua rede social Truth Social, na qual promete congelar de forma irrevogável a entrada de imigrantes oriundos de "países do terceiro mundo". A revelação surgiu em meio ao luto por um ataque armado na capital federal, perpetrado por um cidadão afegão asilado no país, que ceifou a vida de um guarda nacional e deixou outro ferido.


O magnata republicano atribuiu o episódio diretamente às diretrizes de imigração adotadas pela administração de Joe Biden, alegando que elas facilitaram a infiltração de "dezenas de milhões de indivíduos sem documentação" e ameaçaram a estabilidade interna. "É o preço que pagamos por portas escancaradas a quem não valoriza nossa nação", declarou ele na publicação.


Esboço da Iniciativa

Sem delinear precisamente os territórios impactados ou os passos operacionais, Trump esboçou um pacote de ações drásticas em sua nota integral, abrangendo:

  • Bloqueio indefinido de fluxos migratórios: Provenientes de nações "do terceiro mundo", com o objetivo de "restaurar o equilíbrio do aparato americano".

  • Anulação de entradas passadas: Cancelamento de "todas as concessões irregulares promovidas por Biden", abrangendo até autorizações supostamente geradas por meio de um sistema automatizado de assinaturas.

  • Expulsões generalizadas: De estrangeiros que "não agreguem valor econômico aos EUA" ou demonstrem "falta de lealdade à pátria".

  • Suspensão de auxílios: Eliminação de qualquer "assistência ou incentivo governamental a residentes não nativos".

  • Revogação de cidadanias e remoções: Aplicadas a imigrantes que "perturbe a harmonia social", representem "ônus fiscal", "ameaça à defesa" ou "conflitem com os princípios da sociedade ocidental".

Segue uma versão adaptada e resumida da declaração de Trump, traduzida ao português:

"Vou paralisar de vez a imigração vinda de todos os países do terceiro mundo, dando tempo para que o sistema americano se reerga por completo. Vou anular as milhões de entradas ilegais autorizadas por Biden – inclusive as que ele 'assinou' via Autopen –, expulsar quem não contribui de forma positiva para os Estados Unidos ou não nutre afeto genuíno por nossa terra, cortar todos os apoios federais a estrangeiros, revogar a cidadania de quem desestabiliza nossa paz interna e deportar qualquer forasteiro que pese no orçamento público, ponha em risco a segurança ou não se alinhe aos valores da Civilização Ocidental."

Paralelamente, o chefe do Escritório de Cidadania e Imigração (USCIS) divulgou uma diretiva executiva, alinhada às orientações de Trump, para escrutínio minucioso de vistos permanentes concedidos a residentes de 19 "nações problemáticas". Entre elas, constam Afeganistão, Cuba, Haiti, Irã, Somália e Venezuela.


Antecedentes do Conflito

O episódio violento se desenrolou nas imediações do edifício do Congresso, durante uma ronda padrão da Guarda Nacional. O agressor, um afegão de 32 anos que conquistou refúgio político em 2022, desferiu disparos contra os militares, proferindo gritos hostis aos ideais americanos, conforme relatos de oculares. As forças de segurança apuram eventuais conexões com radicalismo, embora classifiquem o caso como isolado. O fato revive discussões sobre restrições seletivas à imigração, ecoando as controvérsias do "Veto Muçulmano" implementado por Trump em 2017.


Ecos da Polêmica

A iniciativa provocou um turbilhão de respostas contrastantes, tanto internamente quanto além-fronteiras:

Setor

Posição Predominante

Direita e Patriotas

Endosso fervoroso: "Uma vitória absoluta para os interesses americanos! Isso preserva nossas fronteiras." Políticos como Ron DeSantis, governador da Flórida, e analistas da Fox News a veem como "vital para a independência nacional".

Entidades de Defesa dos Direitos

Repúdio absoluto: Entidades como ACLU e Anistia Internacional a qualificam de "preconceituosa e contrária à Constituição", prevendo brechas na liberdade de expressão e prejuízos a grupos consolidados.

Ambientes Produtivos

Alarmes econômicos: Entidades do ramo tech (ex.: TechNet) e do agronegócio apontam que 25% dos profissionais em áreas críticas vêm de regiões emergentes, antecipando faltas de pessoal e perdas na casa dos bilhões.

Autoridades Globais

Rejeição diplomática: Nações como Brasil e Índia manifestaram "tristeza profunda", receosas de rupturas em parcerias comerciais e intercâmbios. A Organização das Nações Unidas criticou o tom como "incitador de divisões".

Plataformas Digitais (X/Twitter)

Clivagem acirrada: Etiquetas como #BanTrump e #AmericaFirst explodiram em popularidade, misturando humor irônico sobre o conceito de "terceiro mundo" a controvérsias sobre critérios de classificação.

Perspectivas e Obstáculos Jurídicos

Caso concretizada, a diretriz poderia abalar a vida de milhões em processos pendentes ou com permissões temporárias, tensionando ainda mais os fóruns imigratórios, que já operam no limite. Juristas em direito constitucional duvidam de sua solidez, invocando julgados da Suprema Corte que invalidaram restrições análogas por viés discriminatório. Trump, todavia, jurou "batalhar incansavelmente" e planeja acionar decretos presidenciais logo após a posse, em janeiro de 2026.

Observadores estimam que o pronunciamento fortaleça seu eleitorado fiel, mas afaste indecisos e etnias minoritárias, embaralhando o cronograma no Legislativo fragmentado. Novidades sobre contestações na Justiça ou diálogos internacionais devem pipocar em breve.

 
 
 

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