top of page
TOPO.jpg
REC+IPO.gif
REC+CABO 2.gif
728X90PXLS.gif
teste_V2.jpg
teste_V2.jpg
teste_V2.jpg
teste_V2.jpg
teste_V2.jpg
teste_V2.jpg

20/01/2026- Condições de calor e chuva favorecem explosão populacional do Aedes aegypti em Pernambuco

  • Foto do escritor: Angelo Mota
    Angelo Mota
  • 20 de jan.
  • 2 min de leitura
O Aedes aegypti vive preferencialmente nas áreas internas das habitações e geralmente possuem hábitos diurnos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O Aedes aegypti vive preferencialmente nas áreas internas das habitações e geralmente possuem hábitos diurnos (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Com a chegada do verão e as chuvas previstas para algumas regiões do estado — inclusive áreas do Sertão que estavam sob seca extrema —, os órgãos de saúde intensificam os alertas: o combinação de temperaturas elevadas e umidade cria o ambiente perfeito para a rápida multiplicação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de dengue, zika e chikungunya.

O calor acelera o ciclo biológico do inseto, reduzindo o tempo necessário para que os ovos se transformem em mosquitos adultos, enquanto a água parada formada pelas precipitações vira criadouro em potencial. De acordo com especialistas, o pico de transmissão em Pernambuco costuma ocorrer entre janeiro e maio, período em que os casos de arboviroses historicamente aumentam.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) reforça que janeiro é o mês ideal para ações preventivas mais rigorosas, já que a população do mosquito pode crescer exponencialmente em curto prazo. Mesmo com a queda nacional de notificações em 2025, o estado precisa manter a atenção redobrada, sobretudo após chuvas pontuais que favorecem o acúmulo de água.

Medidas simples para eliminar focos em casa:

  • Troque a água e lave vasos de plantas, bandejas e bebedouros pelo menos uma vez por semana;

  • Mantenha caixas d’água, tonéis e cisternas sempre fechados;

  • Limpe regularmente calhas, lajes e ralos para evitar poças;

  • Descarte adequadamente lixo que possa acumular água, como pneus, latas e garrafas;

  • Cubra piscinas e verifique possíveis reservatórios esquecidos.

Estima-se que cerca de 80% dos criadouros estejam dentro das residências, o que torna a colaboração de cada morador fundamental. Ao apresentar sintomas como febre súbita, dores musculares, dor de cabeça intensa ou manchas vermelhas na pele, procure imediatamente o serviço de saúde mais próximo.

Fique atento aos boletins oficiais da SES-PE (saude.pe.gov.br) e do Ministério da Saúde para informações atualizadas. A prevenção feita por todos é a estratégia mais eficaz contra possíveis epidemias!

 
 
 

Comentários


bottom of page