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06/01/2026- Trump rejeita tese de guerra com Venezuela, defende necessidade de 'reconstruir' o país e veta eleições no curto prazo

  • Foto do escritor: Angelo Mota
    Angelo Mota
  • 6 de jan.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 12 de jan.

Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (JOE RAEDLE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP)
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (JOE RAEDLE / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP)

 Em entrevista concedida à NBC nesta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, refutou veementemente a caracterização de conflito armado com a Venezuela e afirmou que a prioridade atual é estabilizar e “reconstruir” a nação antes de pensar em qualquer processo eleitoral. As declarações ocorrem dias após a operação das forças americanas que capturaram o ex-presidente Nicolás Maduro, no dia 3 de janeiro.

“Não existe guerra com a Venezuela. Isso não é uma guerra de forma alguma”, insistiu Trump ao ser questionado sobre o caráter da intervenção. Ele destacou que os EUA assumirão a administração temporária do país com o objetivo de restaurar a ordem, dando ênfase particular à retomada da produção de petróleo por companhias americanas.



Estabilização como prioridade

Indagado sobre a realização de eleições em até 30 dias – prazo previsto em alguns dispositivos constitucionais venezuelanos –, Trump foi taxativo: “Temos que arrumar o país primeiro. Não há condições para eleição agora. Zero chance”. Ele argumentou que a infraestrutura nacional está devastada, o que tornaria qualquer consulta popular inviável no momento.

O presidente também descartou a transferência imediata do comando para a opositora exilada María Corina Machado, afirmando que ela “não conta com apoio suficiente” entre a população. Em contrapartida, revelou contatos positivos com Delcy Rodríguez, que tomou posse como presidente interina após a detenção de Maduro.



Detenção de Maduro e foco petrolífero

A ação militar americana, executada nas primeiras horas de 3 de janeiro, incluiu ataques aéreos em Caracas e terminou com a prisão de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O casal foi trasladado para Nova York, onde responde a processos por narcotráfico.



Trump reiterou que Washington vai “gerenciar” a Venezuela até que haja uma transição “segura e apropriada”, com atenção especial à recuperação da indústria de petróleo – detentora das maiores reservas comprovadas do planeta.



Clima nas ruas de Caracas

Na capital venezuelana, a rotina mistura momentos de tensão com retorno gradual à normalidade. Há relatos de protestos pontuais, mas diversas regiões já exibem movimento normal, sob vigilância militar reforçada.


Condenações no cenário global

A intervenção dos EUA provocou repúdio de governos e organizações internacionais, que a consideram violação da soberania e do direito internacional. Dentro dos Estados Unidos, parlamentares democratas criticam a ausência de aval do Congresso. Trump, por sua vez, justifica a ação como indispensável para enfrentar o “narco-regime” e proteger interesses regionais.

O cenário venezuelano permanece dinâmico, com incertezas quanto ao período de administração americana e aos próximos passos políticos. Recomenda-se consultar fontes oficiais para acompanhar os desdobramentos em tempo real.

 
 
 

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