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22/10/2026- Lula e Flávio firmam acordo para liberar sigilos bancários e fiscais; decisão final depende do TSE

Foto do escritor: Angelo Mota
Angelo Mota
há 12 minutos
1 min de leitura
Mendonça ainda precisa dar o aval à abertura dos sigilos de Lula e Flávio e solicitar os dados a operadoras de telefonia e ao BC (Vittor Sales e Ricardo Stuckert)
Mendonça ainda precisa dar o aval à abertura dos sigilos de Lula e Flávio e solicitar os dados a operadoras de telefonia e ao BC (Vittor Sales e Ricardo Stuckert)

As campanhas dos dois candidatos à Presidência assinaram nesta quinta-feira (22) um documento conjunto autorizando a abertura total e simultânea de dados bancários, fiscais e telefônicos. A liberação ainda precisa ser autorizada pelo ministro André Mendonça.


As equipes de Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro chegaram a um entendimento nesta quinta-feira (22) sobre a abertura dos sigilos de ambos. Em petição protocolada no Tribunal Superior Eleitoral, os dois candidatos autorizam a divulgação pública e simultânea de informações bancárias, fiscais e telefônicas, além de dados de familiares e empresas relacionadas.


O documento foi assinado na sede do TSE. Lula colocou a assinatura digital e a advogada de Flávio, Maria Claudia Bucchianeri, assinou por procuração. O texto prevê que a abertura seja imediata e que os dados fiquem disponíveis em plataforma de acesso público, como o sistema DivulgaCandContas ou outro site aberto.


As procurações necessárias para autorizar informações de terceiros devem ser entregues até as 23h59 desta quinta-feira. A campanha petista pediu que o ministro André Mendonça, relator do caso, determine ainda hoje a requisição das informações junto ao Banco Central, à Receita Federal, às instituições financeiras e às operadoras de telefonia.


O acordo é o desdobramento do desafio lançado por Lula no debate da Band, no domingo passado. Flávio respondeu impondo condições, que incluíam dados de assessores, empresas e gastos oficiais. A campanha de Lula aceitou os termos. Agora, a decisão sobre a efetiva liberação dos documentos está nas mãos do ministro André Mendonça.

 
 
 

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