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20/10/2026- Lula autoriza abertura de sigilos bancário e telefônico e inclui os cinco filhos no pedido ao TSE

Foto do escritor: Angelo Mota
Angelo Mota
há 4 horas
2 min de leitura
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Debate da Band no domingo (18) ( Ricardo Stuckert)
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Debate da Band no domingo (18) ( Ricardo Stuckert)

Em campanha no Rio Grande do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que formalizará no Tribunal Superior Eleitoral a liberação de seus dados bancários e telefônicos, estendendo a medida aos cinco filhos. O petista desafiou Flávio Bolsonaro a adotar atitude semelhante, argumentando que a transparência ajudará o eleitor a identificar quem age com honestidade.


O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, em evento realizado em Porto Alegre nesta segunda-feira (19), que encaminhará ao Tribunal Superior Eleitoral autorização para que seus sigilos bancário e telefônico sejam abertos. A decisão abrange também os cinco filhos do mandatário.


Durante o ato, Lula cobrou do adversário no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL), a mesma transparência. Segundo o petista, a iniciativa tem o objetivo de permitir que a Justiça e a sociedade verifiquem a trajetória de cada um dos candidatos e de suas famílias.


O presidente justificou a inclusão dos filhos no documento ao afirmar que, em todas as campanhas eleitorais, surgem questionamentos sobre a família. Ele citou nominalmente Fábio Luís (Lulinha), Lurian, Marcos Cláudio, Sandro Luís e Luís Cláudio.

A proposta havia sido apresentada no debate da Band, no domingo (18), e foi reforçada no dia seguinte. Lula argumentou que a abertura dos dados serve para “acabar com a história de ladrão chamar gente honesta de ladrão” e para que o eleitor saiba com clareza em quem está votando.


Nesta terça-feira (20), a campanha protocolou petição no TSE e no STF. O pedido autoriza a liberação de informações referentes aos últimos oito anos, incluindo a primeira-dama Janja e as empresas ligadas ao candidato. A divulgação pública dos dados fica condicionada a que Flávio Bolsonaro adote providência equivalente em relação a si, a parentes e a empresas.


Até o momento, não há resposta formal do senador ao desafio.

 
 
 

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