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17/02/2026- O Coração do Carnaval de PE: Entenda Frevo, Maracatu, Caboclinhos e Afoxés em Minutos + Vídeos

  • Foto do escritor: Angelo Mota
    Angelo Mota
  • há 51 minutos
  • 2 min de leitura
A foto mostra uma criança negra, fantasiada, dançando durante o Carnaval de Pernambuco.— Arquimedes Santos/Prefeitura de Olinda
A foto mostra uma criança negra, fantasiada, dançando durante o Carnaval de Pernambuco.— Arquimedes Santos/Prefeitura de Olinda


O Carnaval de Pernambuco pulsa com manifestações culturais únicas que misturam raízes indígenas, africanas e europeias, transformando as ruas de Recife e Olinda em um show à parte.


Frevo

Ritmo e dança nascidos no Recife no final do século XIX, resultado da fusão entre marchas militares, maxixe e capoeira. O termo “frevo” vem de “ferver”, pela agitação da multidão nas ruas. A dança é cheia de energia: movimentos rápidos, acrobacias, guarda-chuva colorido e pernas que parecem não tocar o chão. Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco desde 2012.



Maracatu

Uma das expressões afro mais antigas do país, surgida em Pernambuco no século XVIII. Tem duas formas principais: o Maracatu Nação (Baque Virado), com cortejo simbólico de reis e rainhas, bonecas (calungas), tambores graves e rituais de origem africana; e o Maracatu Rural (Baque Solto), mais ligado ao interior, com o famoso caboclo de lança. Representa resistência negra e celebração da ancestralidade.


Caboclinhos

Dança de origem indígena, uma das mais antigas registradas no Brasil (desde o século XVI). Grupos se vestem com penas vibrantes, arcos (preacas), flautas e executam passos ritmados com saltos, batidas de pés e estalos. No Carnaval, as tribos desfilam pelas ruas homenageando os povos originários e preservando tradições. É Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.


Afoxés

Raiz afro ligada ao candomblé e aos orixás. Chegaram a Pernambuco influenciados pelos afoxés da Bahia no final do século XIX. Trazem cantos em iorubá, atabaques, danças suaves e trajes brancos ou coloridos. No Carnaval recifense, grupos como o Alafin Oyó desfilam celebrando a cultura negra, paz e conexão com os ancestrais.


Essas expressões são o coração pulsante do Carnaval pernambucano: o frevo acelera o corpo, o maracatu bate no peito, os caboclinhos honram as origens indígenas e os afoxés celebram a força africana. Tudo isso explode nas ruas de Recife e Olinda!

 
 
 

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