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08/04/2026-EUA e Irã declaram vitória após acordo de cessar-fogo de duas semanas

  • Foto do escritor: Angelo Mota
    Angelo Mota
  • há 19 horas
  • 2 min de leitura
Uma coluna de fumaça se eleva após uma suposta explosão em Teerã, no Irã, em 28 de fevereiro de 2026. ( AFP)
Uma coluna de fumaça se eleva após uma suposta explosão em Teerã, no Irã, em 28 de fevereiro de 2026. ( AFP)

Os Estados Unidos e o Irã anunciaram, nesta quarta-feira (8), um cessar-fogo temporário de duas semanas, marcando uma pausa nas hostilidades diretas que se intensificaram nos últimos meses no Oriente Médio. Ambas as partes apresentaram o acordo como uma vitória, apesar das narrativas opostas sobre os termos.


Principais pontos do acordo

  • Duração: Duas semanas, com possibilidade de prorrogação por mútuo acordo.

  • Condição principal: Reabertura “completa, imediata e segura” do Estreito de Ormuz, rota vital por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. O Irã se comprometeu a garantir passagem segura para navios comerciais, com coordenação de suas forças navais.

  • Suspensão de ataques: Os EUA (e Israel, segundo Washington) suspenderão bombardeios e ataques contra o Irã durante o período.

  • Próximos passos: Negociações diretas devem começar na sexta-feira (10) em Islamabad, no Paquistão, com base em uma proposta iraniana de 10 pontos, considerada pelos americanos como “base viável” para um acordo de paz mais

Versões opostas de “vitória”

O presidente Donald Trump destacou que os objetivos militares foram cumpridos e que o acordo representa um avanço significativo para a paz no Oriente Médio. Ele suspendeu um ultimato que previa ataques pesados a infraestruturas iranianas caso o estreito não fosse reaberto.

Do lado iraniano, o Conselho Supremo de Segurança Nacional celebrou o entendimento como uma “vitória histórica”, afirmando que os EUA aceitaram o quadro geral de suas exigências e que o país manteve “o dedo no gatilho” caso haja violações.


Reações e ressalvas

  • Israel apoiou a trégua bilateral EUA-Irã, mas esclareceu que o cessar-fogo não se aplica ao conflito com o Hezbollah no Líbano, onde continua operando.

  • Alguns ataques isolados ainda foram reportados nas primeiras horas após o anúncio.

  • Países como Alemanha, China e nações árabes do Golfo saudaram a desescalada, mas pedem que a trégua evolua para um acordo duradouro e a reabertura permanente do estreito.

O acordo mediado pelo Paquistão chega após mais de um mês de confrontos que incluíram trocas de mísseis, drones e ameaças de escalada maior. Embora frágil, a trégua oferece uma janela para negociações sobre sanções, programa nuclear iraniano e estabilidade regional.

 
 
 

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